Parecia um caso de catapora, mas dessa vez era algo diferente…

Quando as crianças estão incomodadas. você deve ser prudente e cuidadoso. Mesmo com doenças comuns da infância, que podem acabar se tornando algo muito mais sério. Foi como aconteceu para o pequeno garoto de dois anos, Jasper Allen.

Parecia que Jasper estava com um caso comum de catapora. Mas as coisas tiveram uma reviravolta. O garoto se sentia cada vez pior, novos pontinhos apareciam um atrás do outro. Era impossível tocá-lo pois sua pele queimava.

Jasper tem uma irmã mais velha, que já havia tido catapora quando era mais nova. E sua mãe lembrou que a doença havia sido mais branda, então ela começou a se preocupar um pouco mais.

E quando ela entrou em contato com uma clínica, disseram que “ela não precisava se preocupar, pois toda mãe acredita que seu filho está tendo algo pior do que realmente é”.

No dia seguinte, Jasper estava se sentindo pior, com muitos pontinhos uma temperatura cada vez mais alta.

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A mãe, então, finalmente consultou um médico, que prescreveu alguns antibióticos mas, infelizmente, não funcionou.

Algum tempo depois, o garoto foi hospitalizado por 5 dias. Os médicos não compreendiam como essa doença poderia ter se desenvolvido daquela forma. Eles também não sabiam afirmar se a doença era um vírus ou uma alergia.

Acabou-se descobrindo que essa foi uma resposta individual de Jasper à catapora.

E a doença foi curada com fortes antibióticos e antivirais.

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Enfermeira de profissão, a mãe de Jasper nunca havia visto uma catapora daquele jeito. Depois de ter passado por esta situação com seu filho ela passou a defender a causa e tentar informar o máximo número de pessoas sobre a importância da vacinação. Ela iniciou diversas campanhas de vacinação nas escolas. Ela fez o possível para prevenir que essas coisas pudessem acontecer com outras crianças.

Não é comum ligar para o médico quando experienciamos doenças tão comuns nas crianças. Mas como essa história mostrou, até mesmo as doenças de infância, como a catapora, devem ser levadas muito a sério. Ninguém pode prever como uma criança vai reagir a ela.

Nós esperamos que você e sua criança nunca passem por isso.

Mas como diz o ditado, “é melhor prevenir do que remediar”.

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Fonte: Mercury Press

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